terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Precisamos Falar Sobre o Islã: a Islamofilia e o Cerco à Europa Indígena


"Mil anos de guerras consolidaram o Ocidente; um século de 'psicologia' pôs-lhe a corda no pescoço." (Emil Cioran, Silogismos da Amargura)  
"O especialista está sempre no limite da psicose." (Richard M. Weaver, Ideas has Consequences)

Os europeus "autóctones" (i. e., os que não são imigrantes ou filhos de imigrantes das ex-colônias), especialmente os franceses, estão sob ataque. Além do extremismo islâmico que se espalha pela Europa - e que teve no atentado ao Charlie Hebdo a sua mais recente expressão -, eles sofrem também o cerco da intelligentsia ocidental, sob a forma de análises preconceituosas e enviesadas, ou, na feliz expressão de Jean Sévillia, de "terrorismo intelectual".

A cada atentado terrorista cometido por fanáticos islâmicos, inúmeras vozes erguem-se de imediato para alertar-nos do perigo da generalização e da assim chamada "islamofobia". "É preciso não generalizar", dizem uns. "O Islã não tem nada a ver com terrorismo", dizem outros. "Os fundamentalistas radicais são uma minoria. A maior parte dos muçulmanos é pacífica e moderada", dizem quase todos os membros de nossas classes falantes.

Não se observa por parte daqueles, entretanto, a mesma cautela relativista para com os descendentes de Asterix. Estes, ao contrário dos muçulmanos, costumam ser tomados em bloco, sem nuances, de maneira assaz negativa. Em primeiro lugar, trata-se logo de lançar-lhes à cara a doença mental coletiva de que padecem - islamofobia, o medo paranóico, irracional e potencialmente criminoso em relação aos muçulmanos. Enquanto, para a elite intelectual do Ocidente, o muçulmano é múltiplo, complexo, sofisticado e mal-compreendido, o francês médio é vil, simplório e facilmente diagnosticável: trata-se, ante de mais nada, de um doente - um fóbico.

Cobra-se dessa infeliz criatura - o islamofóbico - um conhecimento especializado e aprofundado do Islã, sem o qual, dizem os sábios, todo juízo é inerentemente estúpido. Quando, em compensação, líderes islâmicos radicais, pregando em mesquitas e madrassas na França, na Inglaterra, na Alemanha, retratam o Ocidente como um antro de degenerescência moral, suas mulheres como vagabundas, os judeus como cães e os cristãos como imundos, essa, digamos, "falta de conhecimento" do Ocidente por parte dos islâmicos não parece tirar o sono dos nossos bem-pensantes. O problema é o "orientalismo", nunca o "ocidentalismo".

O europeu médio vê ruas e bairros inteiros de suas cidades fechadas por muçulmanos para suas orações coletivas; vê regiões onde a sharia suplanta as leis nacionais; vê escolas deixando de ensinar sobre o Holocausto para não ofender alunos islâmicos; vê a rede Subway retirar a carne de porco do cardápio para não ferir suscetibilidades islâmicas; vê seguidos atentados terroristas cometidos por radicais islâmicos em nome de Alá; vê, ao redor do mundo, nas redes sociais, um número considerável de muçulmanos celebrando e apoiando tais atos de terror. Ele vê tudo isso, mas, ainda assim, o seu juízo é estúpido e digno de desprezo, porque - a intelectualidade eleva o tom - "ele não conhece o Islã". "Como eu conheço" - completa mentalmente o bem-pensante de ocasião. O europeu médio não tem direito a formar um juízo sem consulta prévia à classe dos "especialistas". Se o faz, não restam dúvidas: o seu juízo é movido pela mais altissonante boçalidade.

No programa "Painel", da GloboNews, que tratou do caso Charlie Hebdo, tivemos um bom exemplo do que vai acima. Acerca de uma pesquisa mencionada pelo âncora William Waack, segundo a qual mais da metade dos habitantes nativos de França, Inglaterra e Alemanha consideram o Islã atual incompatível com as democracias ocidentais, o professor de direito internacional da FGV-SP, Salem Nasser, comentou indignado: "As pessoas têm a impressão de que não há compatibilidade entre o Islã e o Ocidente SEM CONHECER O ISLÃ. Elas estão falando sobre uma PERCEPÇÃO do Islã, porque elas não o conhecem." (ver aqui, a partir dos 44'50'') E o sujeito, como que pessoalmente ofendido, só não as chamou de bestas-quadradas para baixo porque, enfim, pegaria mal.

O curioso é que muitos líderes islâmicos na Europa afirmam tal incompatibilidade entre o Islã e o Ocidente, daí o seu objetivo declarado de criar um "Califado Universal" mediante a expansão da sharia. Os efeitos dessa incompatibilidade são sentidos pelos franceses não-muçulmanos de maneira dramática, como se pode observar nessa reportagem. Mas, para o professor da FGV, tudo não passa de fobia coletiva e irracional, fruto de ignorância pura e simples. 

"Eles não conhecem o Islã", repete-se a cantilhena. Mas é certo que os cartunistas do Charlie Hebdo conheceram algo do Islã. Oxalá não houvessem conhecido. Sim, os europeus médios podem não conhecer o Islã a ponto de escrever sobre ele longos tratados acadêmicos, mas conhecem-no o bastante para temê-lo. Do ponto de vista do "gaulês", do "bretão", do "visigodo" contemporâneos, o Islã dos irmãos Kouachi é, infelizmente, muito mais relevante que o de Avicenna.

Em outro momento do programa, o mesmo professor da FGV afirma taxativamente que os seis milhões de muçulmanos na França, "antes de serem muçulmanos, são franceses" (ver aqui, a partir dos 32'20"). Trata-se de tese altamente controversa, e a pressa com a qual o especialista televisivo a anuncia - com o objetivo de livrar a cara do Islã e culpabilizar a França - só não é maior do que a sem-cerimônia com que o faz, como se fosse matéria auto-evidente. Ele diz ainda que "os muçulmanos [ou só os extremistas, não fica claro] são antes uma responsabilidade da França do que do Islã, porque o Islã não é uma entidade estatal, como a França, que possa influenciar essas pessoas..." (ver aqui, a partir dos 32'57").

Há tantos problemas nessa fala que a dificuldade passa a ser por onde começar a destrinchá-la. Em primeiro lugar, a parca integração dos muçulmanos à Europa - menos por culpa dos países acolhedores, ressalte-se, do que pelos hábitos e costumes impostos pela sharia - é fenômeno observável a olhos vistos. Os muçulmanos formam uma comunidade bastante segregada, em larga medida auto-segregada, e não cansam de deixar clara sua lealdade, primeiro ao Islã, que constitui, mais do que simples "religião" (no sentido ocidental-secularista do termo), um modo total de vida; segundo, à umma, a comunidade islâmica como um todo; terceiro, aos seus países de origem, onde costumam ter familiares e para onde viajam regularmente. 

Nesse contexto, a lealdade do francês muçulmano para com a França é praticamente nula. Tirando o apreço pelo estado de bem-estar social europeu (que tem contribuído para o sustento de muitos muçulmanos, inclusive de suas atividades religiosas, uma vez que as mesquitas recebem dinheiro público) e pelas oportunidades e comodidades que o capitalismo ocidental oferece, o muçulmano, em geral, tem pouco interesse por seu país hospedeiro. Ele deseja beneficiar-se de sua cultura material, mas despreza a sua sociedade e valores. Trata-se de uma relação, em ampla medida, parasitária. 

Muitos líderes religiosos muçulmanos, com efeito, pregam que a lei islâmica concede aos fiéis o direito de abusar ao máximo do sistema dos "infiéis". Os fiéis são estimulados a encarar os benefícios sociais que recebem como jizya - o tributo que os "infiéis" residentes em países islâmicos precisam pagar por suas vidas. E não são poucos os muçulmanos que usam e abusam da manobra.

Em 2005, depois dos atentados terroristas em Londres, descobriu-se, por exemplo, que os quatro suspeitos haviam amealhado mais de meio milhão de libras em benefícios sociais do governo britânico. Segundo matéria do The Telegraph, o líder extremista Omar Bakri Muhammed, fundador do Hizb ut-Tahrir, que sonhava com "um 11 de setembro a cada dia no Ocidente", recebia do governo britânico £ 331,28 por mês de aposentadoria por invalidade, mais £ 180,30 por mês de benefício por conta de incapacidade motora, graças a um problema na perna adquirido na adolescência; além disso, ele recolhia benefícios de moradia, e sua mulher recebia cerca de £ 1.300 por mês de previdência social.

Outro fator que dificulta a integração, e põe em xeque a tese do professor da FGV, é a língua. Sabe-se que a língua é, para os franceses, um dos traços mais fortes de identidade nacional. Ocorre que, para os muçulmanos de qualquer nacionalidade, o árabe será sempre a língua mais importante, por ser a língua em que o Corão foi ditado a Maomé pelo Anjo Gabriel, sendo, portanto, uma língua sagrada. Ao contrário do que acontece com os cristãos, que podem se adaptar a qualquer cultura e falar qualquer idioma, a expansão do Islã carrega consigo, no mínimo, a expansão complementar da língua (e, pois, de algum modo, da cultura) árabe. Boa parte dos muçulmanos franceses, habitando guetos de Paris e de outras cidades, e convivendo majoritariamente com outros muçulmanos, pouco falam o francês em seu dia-a-dia.

Dizer que o Islã não é, em si mesmo, uma "entidade estatal" é acaciano. Concluir, daí, que ele não "influencie" as pessoas como um Estado o faria é, para dizer o mínimo, tolice, sobretudo no mundo globalizado do século XXI, onde o Estado-nação já não desperta as paixões de outrora. 

O Islã não é um Estado, mas é, sem sombra de dúvidas, como bem apontam David Horowitz e Robert Spencer, uma "religião política". E, mais do que política, é uma religião de inclinação imperial. Ignorando totalmente a clássica separação ocidental - fundamentalmente cristã - entre "religião" e "política", os líderes religiosos islâmicos, desde Maomé, são também líderes políticos e militares. Eles buscam estabelecer um Estado islâmico (ou "califado") global, onde a sharia será imposta a todos os cidadãos do mundo, criminalizando no ato os pensamentos heréticos. Como não distingue entre as esferas pública e privada, entre a vida individual do espírito e a vida coletiva da política, a sharia é totalitária por natureza, perpassando todas as esferas da vida, até mesmo as mais íntimas, referentes a higiene pessoal, necessidades fisiológicas e práticas sexuais. Onde o Islã torna-se a religião oficial, toda violação à sua doutrina e preceitos é encarada não apenas como "pecado", mas como crime contra o Estado, este totalmente submetido - recorde-se que islã significa "submissão" - à lei corânica.

Mas, ainda assim, o professor da FGV diz que o fundamentalismo islâmico na França é um problema que os franceses "autóctones", não os muçulmanos, devem resolver. Pergunta-se, todavia: resolver como, se qualquer manifestação de apego à cultura francesa "tradicional" (inventada o quanto seja essa tradição) e qualquer apelo a que os muçulmanos sejam antes franceses que muçulmanos - tal qual o professor acredita já ser o caso - seriam logo tachados por "especialistas" (incluindo, provavelmente, o professor da FGV ele próprio) de xenofobia e extremismo de direita?

Em suma, quando se trata de desculpar o Islã e lançar sobre a Europa ocidental toda a culpa pelo terrorismo, é legítimo a um bem-pensante dizer que os muçulmanos da França são, antes de tudo, franceses. Mas, caso um patriota francês dissesse o mesmo (e Marine Le Pen disse-o outro dia), a saber, que os muçulmanos são (ou deveriam ser), antes de tudo, franceses, isso seria interpretado como xenofobia, ultranacionalismo, negação do multiculturalismo - em suma, islamofobia. Quando tudo vai bem, celebra-se o multiculturalismo e deslegitima-se o orgulho francês. Quando a coisa fica feia e o terror irrompe, é hora de abandonar o pacto multiculturalista e depositar o fardo nas costas dos franceses "puros". É nessa hora que entram em cena os "especialistas" e toda a conversa sobre islamofobia, repetida obsessivamente até o ponto de encobrir uma inquietante ISLAMOFILIA por parte de nossas elites intelectuais e políticas.

Com um raciocínio espantosamente idêntico ao do professor da FGV, como se seguissem ambos uma cartilha comum, o sociólogo francês Raphael Liogier decretou: "A questão não é o Islã, é a Europa" (ver aqui). "O desafio real não são os muçulmanos", ele insiste. "É o fato de estarmos em uma sociedade em que existe um orgulho narcisista de quem era o centro do mundo e perdeu a influência. Isso levou a debates sobre identidades na Europa." O sociólogo não esclarece por que, se a Europa já não é o centro do mundo, milhares de imigrantes continuam acorrendo para lá. E é assaz perturbador que ele se apresse em apontar o "orgulho narcisista" europeu como parte do "desafio real" que se nos apresenta, sem dizer uma palavra sequer sobre a suscetibilidade doentia que acomete muitos muçulmanos europeus diante de valores e costumes locais que contradigam as prescrições do Corão e da Sunna.

Mas será possível que a questão NUNCA seja o Islã? Será razoável que todos os intelectuais públicos mostrem-se unânimes em condenar a vítima pelos ataques? Como eu já mostrei em outro artigo, o mesmo padrão se repete desde o 11 de setembro de 2001, trocando-se apenas, no presente, os EUA pela Europa. 

Combina-se sempre uma curiosa islamofilia - "Deixem o Islã fora disso!" - com uma inclemente e acachapante crítica às sociedades européias. O sociólogo francês continua: "Essas pessoas se dizem os 'franceses reais', os 'alemães reais', os 'italianos reais' e se sentem ameaçadas pelo Islã. 'Multicultural' virou uma palavra ruim." 

É escusado insistir no fato de que aquelas pessoas - "que se dizem os 'franceses reais'" etc. - têm boas razões para temer o Islã, ainda que o simpático sociólogo as tome por doentes mentais. Mas é preciso perguntar, sobretudo, para quem, afinal de contas, "multicultural" virou uma palavra ruim. Ao afirmar solenemente que "a questão não é o Islã, é a Europa", o nosso intelectual pode estar fazendo tudo, menos lançando mão do paradigma multiculturalista. Antes pelo contrário, o que ele faz é operar uma cisão conceitual essencialista entre o Islã e a Europa "real". O seu pressuposto é que o Islã NÃO É PARTE da Europa "real", e que, portanto, os problemas europeus de identidade não dizem respeito ao Islã. 

Como eu expliquei anteriormente, trata-se aí de desprezar o multiculturalismo em favor do politicamente correto - islamofilia. Com um indisfarçável escárnio, o sociólogo condena o pretenso essencialismo daqueles europeus que se acreditam "puros", no exato instante em que ele próprio depura conceitualmente a "Europa". Quando se trata de fazer desta um bode-expiatório para os males do mundo, toda coerência será castigada. 

Os problemas europeus pertencem aos europeus, sugere o sociólogo. Mais um pouco e ele bradaria em alto e bom som: "A Europa é dos europeus!" - sendo, ato contínuo, erguido nos braços por simpatizantes de Jean-Marie Le Pen.

Para concluir, gostaria de destacar o importante discurso proferido pelo presidente egípcio Abdel Fatah al-Sisi em 1 de janeiro de 2015 - uma semana antes, portanto, do ataque ao Charlie Hebdo. Estranhamente, o discurso não foi noticiado na imprensa brasileira. 

Na exata contramão da intelligentsia ocidental, o líder da maior nação islâmica do Oriente Médio não põe a culpa do extremismo islâmico na "islamofobia", na "extrema-direita européia", no "imperialismo estado-unidense", e nem mesmo em Israel. Para ele, o Islã é, sim, parte do problema. Ao contrário do que parece sugerir o condescendente paternalismo de nossos bem-pensantes - ou "sábios mentecaptos", na feliz expressão de João Pereira Coutinho -, os muçulmanos não podem ser excluídos desse debate.

Lidas hoje, após os acontecimentos na França, as palavras de al-Sisi soam lugubremente proféticas: 

"É inconcebível que o pensamento que consideramos mais sagrado faça com que toda a umma [a comunidade islâmica mundial] seja uma fonte de angústia, perigo, morte e destruição para o resto do mundo. Impossível.


"Aquele pensamento - não estou dizendo 'religião', mas 'pensamento' -, aquele corpus de textos e idéias por nós sacralizados ao longo dos séculos, ao ponto de ser quase impossível deles nos afastarmos, está antagonizando o mundo inteiro. Está antagonizando o mundo inteiro.


"É possível que 1.6 bilhões de pessoas [muçulmanos] devam desejar eliminar o restante da população mundial - ou seja, 7 bilhões de pessoas - para que elas mesmas possam viver? Impossível (...)


"Tudo isso que estou lhes dizendo, vocês não perceberão se continuarem presos a esse jeito de pensar. Vocês precisam dar um passo para fora de si mesmos a fim de observá-lo e e refletir sobre isso de uma perspectiva mais esclarecedora.

"Eu digo e repito mais uma vez que precisamos de uma revolução religiosa. Vocês, imãs, são responsáveis diante de Alá. O mundo todo, repito, o mundo todo aguarda o seu próximo movimento... porque a umma está sendo destroçada, destruída, perdida - e todo isso por nossas próprias mãos."

O presidente egípcio não foi o único muçulmano a se manifestar nesse sentido. Ahmed Aboutaleb, por exemplo, prefeito de origem marroquina da cidade holandesa de Roterdã, dirigiu-se de maneira dura aos muçulmanos anti-ocidentais:

"É incompreensível que vocês se voltem contra a liberdade. Mas se vocês não gostam de liberdade, pelo amor de Deus, FAÇAM AS MALAS E VÃO EMBORA. Isso é estúpido, incompreensível. Se vocês não conseguem achar o seu lugar aqui, SUMAM DA HOLANDA." (ver aqui).

E o deputado dinamarquês Naser Khader, de origem síria, foi muito claro em reivindicar a responsabilidade primordial dos muçulmanos comuns no combate ao terror e ao extremismo. Khader ainda criticou a condescendência ocidental, que insiste em deixar o Islã fora da jogada:

"Não estou de acordo [com a alegação, feita por Obama e Hollande, de que os terroristas nada têm a ver com o Islã]. É também o Islã. Ao recusar reconhecê-lo, os ocidentais nos prestam um desserviço, a nós, muçulmanos democratas. Pois, como lutar sem identificar claramente o inimigo?" (ver aqui).

Haveria por aí algum sábio mentecapto disposto a acusar o presidente egípcio, o prefeito de Roterdã e o deputado dinamarquês, todos eles muçulmanos, de "islamofóbicos"?

2 comentários:

  1. Prezado Sr. Gordon,

    obrigado por suas excelentes matérias.Tanto na Vila Nova, quanto em seu blog, sua reflexões são esclarecedoras.

    Antonio Medici

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    Respostas
    1. Eu que agradeço a leitura, Antonio. Espero continuar correspondendo à confiança. Um abraço,

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